Bem-estar como conceito no ambiente corporativo

Olá seguidores, chegamos ao último post do ano.

Bah! Passou muito rápido.

Hoje quero compartilhar com vocês um projeto, super bacana, onde as cores e as vegetações invadem o ambiente corporativo. A criação é da Mundstock Arquitetura, que vem há algum tempo provocando mudanças nos ambientes deste segmento.

Tornar descontraído e moderno o ambiente de trabalho, de uma startup da área de investimentos, era o desafio. A cultura do escritório, focada na qualidade de vida dos colaboradores, apresentadas em outros projetos, além de acreditarem no trabalho em equipe, foram o ponto de partida para a criação de estações de trabalho interligadas, próximas a espaços de lazer.

A presença de cores vibrantes, como o azul e o laranja, presentes na marca da empresa, foram combinadas ao verde logo na entrada, trazendo energia ao espaço. As reuniões informais, e o descanso dos funcionários, foram valorizados com áreas de contemplação e relaxamento, além da presença do verde, evocando a natureza ao ambiente através de trepadeiras colocadas nos pilares da circulação, e um jardim horizontal. Os momentos de convivência, da equipe, foram valorizados com mesas auxiliares, com tomadas para plugar notebooks, sofás e banquetas confortáveis, iluminação dinâmica e televisão. Assim, é muito bom trabalhar.

Existe uma forte tendência de tornar os ambientes corporativos agradáveis e descontraídos. A fluência do trabalho é espontânea, e o rendimento…nem se compara. É a arquitetura a serviço do homem. Pense nisso!

Agora, veja as fotos de Marcelo Donadussi e se imagine trabalhando em um lugar assim.

Eu aprecio muito a mudança que a arquitetura provoca na vida das pessoas. Por isso postamos aqui o que move estas transformações. Essa vontade de viver, morar e trabalhar em ambientes salubres que promovam a felicidade.

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Dois ambientes conceituais

Olá seguidores, nossa pauta, são dois ambientes da Mostra Elite Design, que escolhemos para estar no nosso canal. Por que? Bem eles apresentaram conceitos que de alguma forma se alinham com o editorial do casa de raiz.

A Cozinha Orgânica do Papai, projetada pela arquiteta Camila Chalon, trouxe o tema de um espaço gourmet regional, cheia de detalhes que remetem o morar gaúcho, fazendo com que o público se sentisse representado no evento.

Conheça assistindo ao vídeo.

Outro ambiente que nos chamou atenção, foi o Loft do Jovem Europeu, assinado pelo designer de interiores Michel Keller, onde o luxo de ser, significa além do ter. Um ambiente autêntico que promove felicidade ao morador.

Conheça assistindo ao vídeo:

Gostou? Nós amamos conhecer detalhes desses ambientes. Te mostramos no Casa de Raiz.com, para que você entenda os espaços, através do pensar dos profissionais. Assim você descobre que o projeto prioriza o querer do usuário, ditando o conceito que norteia toda a criação.

O conceito justifica e dá significado a criação. Logo, o projeto ganha status de autenticidade, saindo da seara de cópia ou tendência, criando personalidade e ineditismo. Assim deve ser!

Ficamos de olho em projetos assim. Aliás agradecemos aos profissionais por mostrarem no evento essa vertente, a qual deveria ser regra.

Por mais P R O J E T O S assim. Por mais autenticidade. Por mais verdade nas composições. Por mais essência materializadas nas criações….R A I Z.

#arquiteturadeinteriores #design #casaderaiz # arquitetura

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Acesse: https://www.youtube.com/channel/UCr9X3FYD66UdZs1EamBKlqA

Urban Jungle

Olá seguidores, estamos aqui pensando no verde…Por que ele nos encanta? Por que invadimos o verde ou trouxemos ele para junto de nós?

Essas perguntas ficam latentes após visitarmos a Casacor SC em Florianópolis. Claro que o local, ajuda no partido. Em meio a mata, só dá vontade de ter o verde como cúmplice do espaço.

O tema da Casacor deste ano, Casa Viva, já é uma forma maior de abordagem da vida nos ambientes projetados. Onde a ideia é explorar a conexão com a natureza, mostrando uma casa que pulsa, uma casa camaleônica, que promova experiências que emocionam. E o verde?

Floresta urbana, ou conceito Urban Jungle, é uma nova tendência, que aproxima a natureza das pessoas em seu lar, fazendo bem à alma e ao bem estar. Uma mini floresta, paredes verdes, árvores frutíferas, ou apenas vasinhos agrupados em aparadores e prateleiras, tudo pode!

Mas por que, ter o verde por perto? As cidades estão cada vez mais áridas, cinzas, e concretas. Inclusive nos ambientes internos. Logo é preciso escapar, desconectar, ser leve, deixar fluir, respirar, sentir. Além de contribuir para o controle da umidade, limpar o ar, relaxar o corpo e a mente, diminuindo o nível de estresse.  Um ambiente mais verde é menos poluído, mais frio durante os meses quentes, e também tem uma aparência mais atraente.

Trazer a natureza para perto, através das plantas dentro ou fora de casa, ou inserir sua morada em meio ao verde, são soluções contemporâneas para uma vida melhor. As plantas são vidas, elas pulsam, e se conectam de alguma forma conosco. Acontece uma troca. Isso é fato!

Dá trabalho? Então opte por papéis de paredes ou tecidos com estampas. De alguma forma o verde estará presente, trazendo leveza ao ambiente.

Nesses dois projetos, criações diferentes: Na Casa Ônix, ela se insere em perfeita conexão com a vegetação existente, original do local. O arquiteto, criou sua obra, adaptando-se tirando partido do entorno, junto aos ambientes.

Projeto Studio Gabriel Bordin – Foto: Mariana Boro

No ambiente Little Jungle , uma circulação que até então, teria a função de interligar os ambientes de uma casa, ganha status de acolhimento, através do aconchego, e o cuidado na escolha e forma de colocar as vegetações no espaço. A energia positiva das plantas transforma o espaço em vivo e dinâmico. Além de expor relíguias, peças de design, ou peças garimpadas em viagens, as memórias contam a história de quem vive ali. Tudo que precisamos ver na chegada!

Aqui o verde está em vasos, permitindo a mobilidade, para a insolação e rega. E ainda a fácil reposição…ideal para ambientes internos.

Projeto: Pedro Tessarollo e Jairo Lopes Foto: Lio Simas

Uma tendência acontece impulsionada por um movimento que o mundo está fazendo. O comportamento das pessoas ditam e reverberam novas criações e possibilidades. Pode até ser tendência, mas precisamos entender o conceito. Se ele se conecta com nossos anseios e desejos, podemos trazer para nossa vida. Ou seja, descubra a raiz. Se os frutos que virão lhe encanta, plante ela na sua casa.

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Ambientes afetivos

Olá seguidores, aproveitando novamente um tema apresentado na Casacor SC, vamos falar da afetividade na concepção dos espaços.

O afeto na arquitetura de interiores

Eu gosto muito desse tema, inclusive é proposto diariamente em nossas postagens no @casa.de.raiz . Trazer um olhar mais profundo para os ambientes, é uma forma de projetar o afeto.

Os ambientes afetivos, acolhem as pessoas, passam a sensação de pertencimento ao espaço, tornando assim mais agradável a sua permanência e uso do mesmo. Para isso um olhar para dentro, um exame, um diagnóstico deve ser feito minunciosamente pelo profissional envolvido com a criação.

Essa se apropria de processos mentais do comportamento humano e de suas interações com o ambiente físico e social, buscando personalizar e revelar a identidade do morador, além de materializar seus desejos. A arquitetura afetiva promove mudanças, avanços e melhorias, algo que vai projetar o cliente para o que ele quer ser, fazer, e viver. Sendo assim ela pode ser considerada um resgate do que somos, para compor o que desejamos.

Na cozinha com afeto, apresentada por Theiss Girardi Arquitetura, o resgate é justamente de criar uma nova relação com o alimento, melhorando a partir do espaço criado, a manipulação e a preparação da comida, além de promover encontros entre as pessoas que amamos. Achei bárbaro! O afeto, como premissa do projeto, resultando um ambiente além de funcional, afetivo, convidativo e encantador, afinal a arquitetura está à serviço das pessoas.

Vamos ver as fotos dessa cozinha cheia de afeto?  Por Mariana Boro

Trouxemos o exemplo desse projeto para tocar num assunto contemporâneo. O resgate de nós mesmos, criando projetos únicos, com identidade. Pela necessidade de nos reconhecer, diante desse mundo globalizado, imenso.

“Para que não te percas, te encontre na tua casa”.

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O morar nômade

Olá seguidores,

nos próximos posts, usaremos como referência em nosso texto, alguns conceitos que foram materializados na Casacor SC em Florianópolis.

Conceito Nômade

Este conceito tem base nos nômades, aqueles que se movimentam, trocam de morada, são itinerantes.  O morar nômade, cada vez mais forte, retrata o momento atual, onde apresenta-se uma geração mais livre, solta, menos apegada, que vivem em constante movimento. Esse movimento pede projetos que acompanhe essa tendência comportamental.

O mercado vislumbra esse processo de transformação do morar, que pode ser lenta, mas certa. Este ano no I Salone (salão de móveis de Milão), várias marcas apresentaram produtos de fácil mobilidade, leves, moduláveis e montáveis, resistentes e de excelente qualidade, concebidos para atender essa necessidade do estilo de vida contemporâneo. “Sempre digo que móveis soltos são eternos”.

A vida nômade é possível diante do avanço tecnológico que permite uma vida móvel, e se o design acompanha com produtos inteligentes, tudo fica mais fácil.

Além disso a proposta é uma forma de refletir sobre a própria existência, julgar o que realmente é necessário para o viver cotidiano e a longo prazo, respeitar os limites físicos, mentais e espirituais, e propagar coisas boas em uma época em que o mundo passa por diversas dificuldades. Outro ponto a se pensar, é a menor aquisição de imóveis. Atualmente muitos preferem alugar imóveis ao invés de comprar. Pois isso lhes permitem mais mobilidade.

Se nos movimentamos mais, teremos mais histórias pra contar. Em contra partida, precisamos de referências de nossas origens por perto, trazendo a relação de pertencimento aos lugares que moramos. Mesmo que poucas, essas referências são importantes. “Afetar o lugar por onde passamos é tão importante quanto ser afetado por ele, ao levar a sua imagem na trajetória“.

Enfim, se olharmos para o futuro do morar, ele deve ser cada vez mais móvel- logo mutante, leve, aconchegante e com muitas memórias.

Veja o ambiente do arquiteto Marcelo Salum, a sala Kidron, com o conceito nômade. Fotos: Mariana Boro

Nesse projeto, todo mobiliário solto, distribuído com planejamento, para que todas as peças e relíquias acumuladas durante a vida, estejam todas igualmente valorizadas.

Gostei muito, do projeto e do conceito ser abordado na mostra. Por isso está aqui.

#casaderaiz #arquiteturadeinteriores 

Sobre a Casacor SC em Florianópolis

Olá seguidores, neste sábado tivemos a oportunidade de visitar mais uma edição da Casacor, desta vez em Florianópolis. Foi como voltar nos antigos tempos, onde a Casacor acontecia numa casa, mantendo suas características. Um casarão no caminho do meio em Santo Antônio de Lisboa, traz o sotaque Lusitano para o evento. Um resgate da memória do lugar, valorizando a vida que acontece na ilha de Florianópolis. O jeito de morar catarinense, agrega-se ao tema casa viva, da mostra esse ano. A casa em meio a mata, integra-se à natureza com construções efêmeras que,se inserem e adequam-se ao local, sem tocá-lo, preservando-o, conectando-se ao verde. Fantástico!

Foto: Fernando Willadino

O tema seguido a risca, onde o verde/vida, presentes no espaços em conexão perfeita. Não imposto, mas integrado.

A medida em que vistávamos e sentíamos os ambientes, cada conceito surpreendia. Sim, os profissionais estavam preparados para defender seus projetos a todos que passavam por ali. Conceitos interessantes que nos levam pensar sobre o morar, como uma mostra deve ser…promover a reflexão.

Mostraremos alguns conceitos que nos marcaram por sua essência.

O Jardim de Estar, assinado por Ana Trevisan, além de conectar as edificações externa á casa, traz a experimentação como premissa, ou seja, sentir o lugar, ler algumas mensagens expostas e refletir sobre elas.

Foto: Mariana Boro

A Varanda “Verdejantes Tempos, mudanças de ventos…”, assinada por Mariana Pesca, Elise Lacerda e Ivana Bernart, um ambiente que faz uma conexão com o espaço interno e externo, tudo se mistura, e vivem a natureza no dia a dia.

Foto: Fernando Willadino

O Little Jungle, assinado por Pedro Tessarollo e Jairo Lopes, é uma circulação transformada em espaço multiuso que se apropria da energia positiva das plantas para conectar as pessoas ao ambiente.Foto: Lio Simas

A Suíte Essencial assinada por Juliana Pippi,  traz impresso no seu projeto a simplicidade e o essencial para pensarmos sobre os ambientes. Tudo muito leve como a vida deve ser. Porém com a riqueza de peças elaboradas, com design diferenciado, aplicado de forma funcional sem excessos para a vida correr livre por ali.Foto: Mariana Boro

A Sala Viva, assinada por Anna Maya, além da presença do verde no seu design, seu eixo principal faz um link perfeito com o verde da área externa. O uso de materiais naturais também reforça a vida no seu conceito.
Foto: Lio Simas

A Sala Kidron, assinada por Marcelo Salum, evoca o conceito nômade na sua amplitude, desde o ato de movimenta-se, até as transformações dessas mudanças. Uma sala para um médico terapeuta, onde conversas sobre a vida e experiências acontecem para o aprofundamento das questões da alma. Os momentos e movimentos em pauta.
Foto: Mariana Boro

A Cozinha com Afeto é a proposta de Rosane Girardi e Alcides Theiss, onde as memórias afetivas estão representadas no projeto, e propõe preparar a refeição do dia a dia com menos pressa, provocando o pensar sobre a relação com o alimento.

Foto: Mariana Boro

A Lavanderia, nesta casa é um lugar de memórias afetivas, que lembra casa de vó. Um ambiente que traz o consumo consciente da água, um espaço pet e um lugar para trabalhos manuais do dia a dia, criando a dinâmica do ambiente assinado por Gabriela Bosco Dutra e Vanessa Buonomo.

Foto: Lio Simas

Uma casa, uma construção efêmera, a Casa Ônix by Karsten, assinada por Gabriel Bordin, permeia-se na paisagem. Uma espécie de cabana que interage com o verde do entorno. Uma prova viva de desconexão.

Foto: Mariana Boro

Estes são alguns conceitos que falam a nossa língua. Conceitos que expressam a contemporaneidade do tema morar. Ambientes que trazem na sua essência o que mencionamos por aqui, com o intuito de contagiar mais pessoas a terem em suas casas o que lhes fazem bem. Vislumbramos o entendimento de que a formatação de um conceito, que responda as necessidades de cada indivíduo, é base, na prática diária da boa arquitetura de interiores.

A Casacor SC em Florianópolis está de parabéns por expressar muito bem a casa viva. Gostei muito, do início ao fim.

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No mínimo, luxo!

Olá, aqueles que nos seguem,

Deixei para o final, algo bem interessante, que nos faz pensar, e quero que vocês o façam também…sobre ambientes minimalistas em mostra.  Aproveito o finalzinho da Casacor RS para trazer esse pensar sobre o mínimo.

Vou expor aqui, dois ambientes que trouxeram o minimalismo para a Casacor na edição de Porto Alegre, RS. A suíte Área IN assinada pela arquiteta Lídia Maciel e a Suíte Duvet assinada pelo arquiteto Rafael Kroth. Ambas com o mínimo necessário para conotar o conforto e a sofisticação impresso na vertente minimalista.

E por que será, que em meio tantos ambientes na mostra, estes são notórios? Acreditamos que o mundo transcorre por esse caminho. O menor consumo, que leva à boas escolhas, de peças que duram muito, pensadas na tecnologia e no design que as tornam atemporais. Essa é a tendência.

Embora esses ambientes ainda em menor número, ganham adeptos e olhares instigantes. Inclusive, passam uma sensação de liberdade que procuramos na contemporaneidade. Ah,…sensação/sentido! Para perceber a riqueza destes ambientes, precisa-se despertar os sentidos e levá-los apreciar os mínimos detalhes. É lá que está a poesia do projeto. Normalmente técnicos, eles funcionam bem, além de expor com muito cuidado a vida que ali está. Os ambientes minimalistas trazem  riqueza em muito pouco. Isso os deixam interessantes, àqueles que estão dispostos a descobrirem seus encantos.

A quem pense,…é fácil fazer o minimalismo. Com certeza, não é. Poucos fazem com maestria. O minimalismo não é vazio. Bem pelo contrário, é cheio de referências em poucas e pensadas especificações. Isso é dificílimo de fazer com excelência. Sabe por que? Porque é preciso chegar lá no profundo, na essência de cada cliente ou conceito.  Ir na raiz. Resgatar tudo e materializar com o mínimo, transformando o ambiente no máximo de sua concepção.

Quando isso acontece, o resultado são ambientes poéticos, luxuosos, leves e atemporais. Acreditamos que a casa do futuro, bem ali, terá todos estes adjetivos, incluindo a simplicidade para ser plenamente feliz.

Vamos sentir os ambientes citados nas fotos de Cristiano Bauce:

Área In – Lídia Maciel

Suíte Duvet – Rafael Kroth

Que tal? Eu amei as duas suítes.

A raiz de cada uma, traduzida em luxo.

Essa sensibilidade exposta, é a mais pura materialização da arquitetura de interiores. A criação de espaços que traduzem a alma de alguém, proporcionando um ambiente que o usuário se identifique, se perceba, se sinta libre, e possa ser feliz todos os dias com o melhor que possa adquirir.

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Dormitório Infantil com conceito de design afetivo

Olá seguidores, quero -lhes mostrar, um projeto que vale a pena visitar e revisitar. Sabe aqueles ambiente que tudo tem um significado? Então, este dormitório é um exemplo. Criado para acolher uma menina esportista, o Dormitório da Menina Surfista assinado por Izabela Pagani para a Casacor RS, traz como o conceito único, o design afetivo. Aquele que amamos e valorizamos muito por aqui.

Com área de 23m2, a proposta realizada a partir do desenvolvimento, percepções e atividades psicomotoras de uma criança de 5 anos. Onde o objetivo principal é acolher no espaço lúdico que estimula laços familiares. Para isso a arquiteta, materializou a ideia de casa como refúgio físico,mental e espiritual.

Refúgio Físico – A cama incorporada ao espaço com telhado de duas águas, por exemplo, retrata um sonho latente de toda criança .

Refúgio Espiritual – O balanço em forma de casulo, representa um espaço pequeno, acolhedor e familiar como o útero materno. No fundo da cama, a representação de uma paisagem do pôr do sol em uma praia – Refúgio Mental.

Perceba tudo isso nas fotos de Criatiano Bauce:

Como é interessante o serviço prestado por um arquiteto. Ele muda vidas. Através de estudo, planos traçados em projetos, ele simula o dia a dia. Neste dormitório foi assim. E assim acontece na casa inteira quando se propõe, projetar, sensações, afetos e momentos, criando o cenário perfeito para uma vida real. É dessa arquitetura que falamos aqui…cheia de significados.

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Casa latente, com muito design – Casa Ocra

Olá seguidores, o nosso blog traz posts com casas de raízes, ou raiz. Aquelas com alma e latentes. Então eis aqui, na nossa humilde opinião, aquela que retratou a vida acontecendo, nesta edição da Casacor RS, a Casa Ocra.

Eu moraria ali. Tem construção simples, é aquele projeto que te diz: entra e faz o que tu quiser. Claro que daí um bom projeto de interiores é necessário…Mas lá está! Assinado pelo designer de interiores Juarez Cruz, a casa ocra, permite a vida cotidiana com praticidade, sem descuidar dos detalhes. Juka utilizou mobiliário solto, com a possibilidade de vários designers serem contemplados no espaço.  No estar, a base é de encher os olhos. O tapete centenário, conta várias histórias, que também estão presentes no movimento da manta, do fogo, da arte e os detalhes que remetem vida no ambiente.

Na bancada da cozinha, as marcas do uso e do tempo, me encantou. A atenção de mostrá-las em Casacor, me surpreendeu.

Os tons, a iluminação, o movimento da cortina, o cheiro, a playlist, e o aconchego é um convite para viver ali. O projeto de uma casa de verdade, simples na concepção, mas carregada de significados, que conectam os visitantes, através dos sentidos, e os convidam para morar e amar aquele lugar.

Vejam as fotos da Casa Ocra por Marcelo Donadussi:

Nós, do Casa de Raiz, valorizamos projetos assim! Aqueles que nas suas entrelinhas denotam a vida acontecendo…casas de morar, de ficar e de se conectar uns aos outros. Uma casa viva, latente, pulsante…um lar.

Por mais projeto assim em mostras.

Se eles acontecerem, estarão por aqui.

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Suíte para ficar…pra sempre!

Olá seguidores, que descobrem sempre por aqui um projeto que encanta por sua concepção. Aquele que tem algo à nos dizer. Conceitual ou não, tem o pensar do arquiteto em cada detalhe materializado. Vamos lá…

Refúgio a Dois, projetada pela arquiteta karen Feldman, para a Casacor RS, é aquele dormitório que nunca acordamos do sonho, logo na realidade tudo se materializa. Ele trouxe um requinte sutil, expressado pelos materiais. Mesmo com abundância de mármore, a arquiteta soube dosar, com a madeira, permitindo o conforto e o aconchego que uma suíte exige.

Quando me refiro a sutileza do luxo expresso, me refiro a um ambiente que acolhe, e pode ser usado todos os dias, mesmo sendo luxuoso. Esse equilíbrio é muito importante e difícil de executar, principalmente em mostra.

Além da madeira, o carpete trouxe acústica e o toque de relaxamento ao ambiente, dizendo “entre e fique à vontade”.

No banho, os tons de cinza no mármore, dá um toque suave sem repelir, ou representar frieza, pois junto a madeira, promoveu o equilíbrio.

E o verde?! Ah, o verde que entra e amplia o espaço através das janelas, é deslumbrante. A permeabilidade que tem esta suíte, é muito interessante.

Este projeto se propôs, retratar um dormitório para um casal, e dentro do tema da mostra, se encaixou perfeitamente. Para nós é um dos destaques.

Veja tudo nas fotos de André Bastian:

Um lugar para renovar as energias!

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